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quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Poema de António Aleixo inscrito na estátua em sua homenagem em Loulé

Sempre actual, este senhor! ...................................................... ...................................................... *CINCO* *QUADRAS* *DO ANTÓNIO ALEIXO Acho uma moral ruim/ trazer o vulgo enganado:/ mandarem fazer assim/ e eles fazerem assado./ ...................................................... ...................................................... Sou um dos membros malditos/ dessa falsa sociedade/ que, baseada nos mitos,/ pode roubar à vontade./ ...................................................... ...................................................... Esses por quem não te interessas/ produzem quanto consomes:/ vivem das tuas promessas/ ganhando o pão que tu comes./ ...................................................... ...................................................... Não me dêem mais desgostos/ porque sei raciocinar.../ Só os burros estão dispostos/ a sofrer sem protestar!/ ...................................................... ...................................................... Esta mascarada enorme/ com que o mundo nos aldraba,/ dura enquanto o povo dorme,/ quando ele acordar, acaba./ António Aleixo

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