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Tabacaria, Fernando Pessoa

Não sou nada.
Nunca serei nada.
Não posso querer ser nada.
À parte isso, tenho em mim todos os sonhos do mundo.

Resumo das grandes obras da literatura portuguesa por Ricardo Araújo Pereira: “Os Maias” e “Lusíadas”

“Os Maias” de Eça de Queirós (para quem não gosta de ler ou não tem tempo)
Era uma vez um gajo chamado Carlos, que vivia numa casa tão grande que levava p’raí umas vinte páginas a dizer como é que era. Quem gosta de imobiliário, tem aqui um petisco, porque aquilo tem ...(continuar)

Parabéns a Rosa Porcar que escreveu o seu primeiro poema em língua portuguesa. Esperemos que seja o primeiro de tantos outros futuros.

AMOR VERDADEIRO

Como rio sem água
Como dia sem luz
Sinto-me 
Quando não estás tu

Como noite sem estrelas
Como lua nova
Sinto-me
Quando não estás tu

Como bosque sem árvores
Como rosas sem cores
Sinto-me 
Quando não estás tu

Sem vida, nem morte 
Com o coração nas mãos
Fico
Quando não estás tu

Venho dizer-te que não tenho medo
O amor é forte
Quando é verdadeiro

Venho pedir-te que não tenhas medo
Nosso amor é intenso
Porque é verdadeiro.

Morte aos doutores! - sobre o abusivo e tradicional tratamento do "Sr. Dr." em Portugal

Clique aqui para ler o artigo do jornal Público.

Provérbios do mês que hoje começa

DEZEMBRO
Ande o frio por onde andar, no Natal cá vem parar.
Dezembro frio, calor no Estio.
Ande o frio por onde andar, no Natal há-de chegar.
Depois do Natal, saltinho de pardal.
Em Dezembro, treme o frio em cada membro.