Este blogue foi criado para alunos de Língua Portuguesa. Terá novidades, exercícios e curiosidades sobre o mundo lusófono. Os vossos comentários são bem-vindos!
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Recital de poesia do poeta português Pedro Mexia em Valência
"A identidade é um equívoco
para camuflar o coração"
para camuflar o coração"
No próximo dia 10 de maio, às 19:00 horas
Na sala S-03 (na cave da Faculdade de Filologia).
A LÍNGUA PORTUGUESA ESTÁ A MORRER EM ANGOLA?
Artigo de
Sérgio Soares
A
língua portuguesa está a “baicar” (morrer) em Angola? Para uns a resposta é
sim. Para outros está a ser enriquecida com novos termos provenientes da gíria
e dos dialectos locais.
Seja
como for, já se fala em Angola de forma incompreensível para quem não domine a
gíria empregue principalmente pelos jovens.
Apesar
de ter muitos “kambas” (amigos) em Angola, o jornalista viu-se a “palar” (a
lutar) para perceber o que muitos “avilos” (amigos) lhe diziam, por isso
“chichiou boé” (demorou muito) a entendê-los.
Como
estava “boereré” de sol (imenso), o “cota” (mais velho em sentido carinhoso e
não cronológico) “envergou” umas “mauanas” (óculos) para não dar nenhuma
“baçula” (queda).
Assim
se fala entre a juventude em Luanda. Utilizando exaustivamente a gíria local
ainda mais impenetrável seria a linguagem, o que decerto vedaria a
possibilidade de entendimento ao português médio.
O
“mano Sérgio” viu que estava a “desconseguir” (não conseguir), apesar de todo o
seu “bongue” (charme), “bumbar” (trabalhar) já que era para isso que lá estava.
Como
não tinha “kibutos” (mantimentos) para oferecer, alguns “madiés” (tipos)
olharam-no com cara de lhe quererem “kafrikar” (tirar) o que levava e chegou a
pensar que tinha de andar ao “chuco” (porrada) para conseguir “bazar” (fugir,
ir embora) numa “diguela” (boleia).
Apesar
de ter entalado o dedo e de lhe ter doído “paka” (bastante) e pensando que o
iam “bubular” (matar), ainda teve tempo de olhar para as “duias” ou “garinas”
(raparigas) “cheio de poster” (a fazer charme) mas “desconseguiu” de “bumbular”
(fazer amor) com elas.
Os
“cotas” mais “malaikas” (saloios) disseram que ele era muito “miungueiro”
(mulherengo) e que parecia um “cuco” (cubano). Os “sóvias” (soviéticos) ou
“cubilhas” (soviéticos) são quase todos “bambis” (feios), disseram-lhe.
Durante
o tempo em que lá esteve, o “mano Sérgio” não viu nenhuma “kuarra” (prostituta)
na rua e não pôde continuar esta história porque a generalidade das palavras de
gíria que recolheu dizem respeito à “shoboita” ou “chuchuta” (sexo feminino) e
portanto decidiu que o melhor era parar por aqui.
A
língua portuguesa está a “baicar” em Angola?
Concerto de Thais Morell na Escola Oficial de Idiomas de Valencia
THAÏS MORELL
Jueves, 18 de abril, 19.00 horas,Salón de actos de la EOI de Valencia

Thaïs – voz y guitarra
David Gadea – percusión
Ales Cesarini – contrabajo
Andrés Belmonte – flauta y piano
ENTRADA LIBREOrganiza: Departamento de Portugués. EOI de Valencia
Jueves, 18 de abril, 19.00 horas,Salón de actos de la EOI de Valencia
Thaïs – voz y guitarra
David Gadea – percusión
Ales Cesarini – contrabajo
Andrés Belmonte – flauta y piano
ENTRADA LIBREOrganiza: Departamento de Portugués. EOI de Valencia
«Em Chipre», e não «no Chipre»
A rigor, o uso do artigo definido com nomes de países ou cidades não se reduz a uma cómoda generalização gramatical. Em vez disso, há grandes tendências e muitas exceções, justificadas pela história feita tradição, como já se tem observado nestas páginas.*
Mas parece que a tradição já não é o que era, visto que, a propósito do resgate cipriota, no contexto da crise na União Europeia, os media portugueses dizem e escrevem que tudo se passa «no Chipre». Na realidade, este nome não ocorre com artigo definido, como se verifica na expressão oficial República de Chipre (cf. versão em português do Código de Redação Interinstitucional do Serviço de Publicações da União Europeia). Deve, portanto, falar-se do «resgate de Chipre», e nunca do «resgate "do" Chipre», porque na roleta em que a Europa se transformou não é preciso seguir o exemplo do Mónaco – este, sim, nome usado com artigo definido («o Mónaco»).
Sobre este assunto recomendamos a consulta das seguintes respostas: Chipre, "O" Chipre.
Jornadas sobre Fernando Pessoa e o Primeiro Modernismo Português
5 sessões: do dia 7 de fevereiro ao dia 21 de março, às quintas-feiras, das 18h às 20h.
Programa
1ª. Sessão (07/02): "O Primeiro Modernismo Português: Contexto
historico-cultural y Protagonistas. Fernando Pessoa e a Heteronímia.
2ª. Sessão (14/02): Alberto Caeiro: O poeta da Natureza
3ª. Sessão (21/02): Ricardo Reis: o estoico epicurista
4ª. Sessão (07/03): Álvaro de Campos: do Sensacionismo e Futurismo ao
desencanto moderno
5ª Sessão (21/03): Mário de Sá-Carneiro: o voo de Ícaro
As Jornadas têm um preço total de 25 Euros.
O lugar de realização é a Faculdade de Filologia
Programa
1ª. Sessão (07/02): "O Primeiro Modernismo Português: Contexto
historico-cultural y Protagonistas. Fernando Pessoa e a Heteronímia.
2ª. Sessão (14/02): Alberto Caeiro: O poeta da Natureza
3ª. Sessão (21/02): Ricardo Reis: o estoico epicurista
4ª. Sessão (07/03): Álvaro de Campos: do Sensacionismo e Futurismo ao
desencanto moderno
5ª Sessão (21/03): Mário de Sá-Carneiro: o voo de Ícaro
As Jornadas têm um preço total de 25 Euros.
O lugar de realização é a Faculdade de Filologia
Restauração da Independência de Portugal - A revolta do 1.º de Dezembro de 1640
Os portugueses estavam muito desiludidos e empobrecidos. Portugal, na
prática, era como se fosse uma província (espanhola), governada de
longe. Os que aqui viviam eram obrigados a pagar cada vez mais impostos,
que ajudavam a custear as despesas de um império, também ele já em
declínio.
Aproximava-se o Natal e muita gente havia partido. Em Lisboa, ficaram a (estrangeira) Duquesa de Mântua e o (português) seu secretário de estado, Miguel de Vasconcelos.
No dia 1 de Dezembro os revoltosos invadiram de surpresa o palácio real, no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa e mataram Miguel de Vasconcelos.
Aproximava-se o Natal e muita gente havia partido. Em Lisboa, ficaram a (estrangeira) Duquesa de Mântua e o (português) seu secretário de estado, Miguel de Vasconcelos.
No dia 1 de Dezembro os revoltosos invadiram de surpresa o palácio real, no Terreiro do Paço, prenderam a Duquesa e mataram Miguel de Vasconcelos.

Português, uma língua de oportunidades
«Repórter TVI», grande reportagem sobre o interesse do português pelos estrangeiros
Há já quem lhe chame a língua do futuro, do poder e dos negócios. São mais de 250 milhões de pessoas a falarem português em quatro continentes. Numa altura em que a Europa vive mergulhada numa das maiores crises da história, Portugal tem na língua uma oportunidade para repensar o futuro. São cada vez mais as empresas nacionais que aproveitam a expansão dos mercados lusófonos para crescerem e gerarem emprego. O português é hoje, mais do que nunca, uma língua de oportunidades.«Repórter TVI», um trabalho de Filipe Mendonça, Tiago Donato e Miguel Freitas, para ver esta segunda-feira, no Jornal das 8, da TVI.
Teresa Salgueiro em Valência
TERESA SALGUEIRO (a voz de Madredeus)
Teatre Principal - PANORAMA
· Músicas en el Principal ·
28 de noviembre de 2012
TERESA SALGUEIRO
Apresenta o seu novo disco 'O Mistério'.
Angola comenta o sucedido em Lisboa
Álvaro Domingos, Jornal de Angola Online
Manifestantes em Portugal feridos com gravidade pela polícia
CLIQUE AQUI PARA LER O ARTIGO NA ÍNTEGRA
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