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Presentació del llibre MATERIA DE BRASIL de Elías Serra

Querid@s amig@s,

Na próxima terça-feira, dia 25 às 20h, temos o prazer de receber na associação Espaituga o escritor  Elias Serra, residente no Rio de Janeiro, que nos vem apresentar a sua mais recente obra publicada em Espanha, Matéria Brasil.

Caso seja do vosso interesse, folgo em ver-vos na apresentação.

Segue a informação do evento.

Presentació del llibre MATERIA DE BRASIL de Elías Serra
Organitzada per l’Associació Cultural Espai Tuga, Dimarts, 25 de setembre, a les 20h., tindrà lloc la presentació del llibre Materia de Brasil, d’Elías Serra, a càrrec del propi autor, en el Centro Cultural Arte&Facto (C/ Peu de la Creu, 8) de València.

Elías Serra, professor de Llengua i Literatura al llarg de la seua vida professional, viu actualment al Brasil des que hi va arribar de la mà del Ministeri d’Educació espanyol el 2003, moment en què Luiz Inácio Lula da Silva jurava el càrrec com a nou president de la República Federativa del Brasil. Anteriorment havia residit també a Lisboa, període del qual ens ha quedat el llibre Materia de Lisboa (1995). Ara ens presenta Materia de Brasil (Ed. Algar, 2012), que porta per subtítol “La era de Lula, vista y vivida por un español curioso y un poco impertinente”.
A cavall entre la crònica de viatges, l’assaig i la (no) ficció, a mig camí entre els records, la memòria, la mirada i la experiència, Materia de Brasil acaba oferint-nos un quadre magnífic d’una època, la que abarca els dos mandats del president Lula (2003-2006, 2007-2010), i d’un país que continua sent, d’alguna manera, un gran desconegut en aquest costat de l’Atlàntic.
Per a qui no coneix el Brasil, el llibre resultará també un “… manual decoroso de introducción a la brasileidade …”, com diu el seu autor, i per a qui ha viscut ja l’experiència del Brasil, sentirà que es troba davant un document vital per la força i rotunditat amb què Elías Serra ens transmet històries i imatges del Brasil més recent.
Sobre el llibre, la brasileidade, i molt més ens parlarà l’autor el dimarts 25 al Centro Cultural Arte&Facto. Us esperem.
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Organizada por la Asociación Cultural Espai Tuga, el miércoles 25 de septiembre, a las 20 h., tendrá lugar la presentación del libro Materia de Brasil, de Elías Serra, a cargo del propio autor, en el Centro Cultural Arte&Facto (C/ Peu de la Creu, 8) de València.
Elías Serra, profesor de Lengua y Literatura a lo largo de su vida profesional, vive en la actualidad en Brasil, país al que llegó en 2003 de la mano del MECD, justo cuando Luiz Inácio Lula da Silva juraba el cargo como nuevo presidente de la República Federativa de Brasil. Anteriormente había residido en Lisboa, dejando como testimonio el libro Materia de Lisboa (1995). Ahora nos presenta Materia de Brasil (Ed. Algar, 2012), que lleva por subtítulo “La era de Lula, vista y vivida por un español curioso y un poco impertinente”.
A caballo entre la crónica de viajes, el ensayo y la (no) ficción, a medio camino entre los recuerdos, la memoria, la mirada y la experiencia, Materia de Brasil acaba trazando un cuadro magnífico de una época, la que abarca los dos mandatos del presidente Lula (2003-2006, 2007-2010), y de un país que continua siendo, de alguna manera, un gran desconocido a este lado del Atlántico.
Para quien no conoce Brasil, el libro resultará también un “… manual decoroso de introducción a la brasileidade …”, como afirma su autor, y para quien ya ha vivido la experiencia de Brasil, sentirá que se encuentra ante un documento vital por la fuerza y rotundidad con que Elías Serra nos trasmite historias e imágenes del Brasil más reciente.
Sobre el libro, la brasileidade y mucho más nos hablará el autor el martes 25 en el Centro Cultural Arte&Facto. Os esperamos.

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C/ Pie de la Cruz nº8
46001 Valencia
Tel. 96 113 36 58



"Loanda - Escravas, Donas e Senhoras", de Isabel Valadão



« "No século XVII, duas mulheres deixaram o seu rasto na história da cidade de Luanda. À sua volta teria gravitado um sem-número de indivíduos, fidalgos, traficantes, degredados, escravos e libertos. Uns, foram personagens marcantes do seu tempo, outros, simplesmente anónimos no papel de figurantes, todos eles fazendo parte de um específico contexto historiográfico da colónia angolana. Se existiram realmente ou se foram, apenas, o retrato fugaz de uma época, não há certezas, embora tenham perdurado de alguns vestígios de memórias escritas."
Através do retrato de Maria Ortega e Anna de São Miguel, somos levados até Luanda do século XVII, ao encontro do percurso, queda e ascensão dos escravos exilados do reino português. Cruzando a História num ritmo narrativo forte e surpreendente, Loanda é um retrato vivo, marcado pela força das mulheres que deixaram o seu rasto nesse território.»

Um livro muito interessante que narra a história de vida de duas mulheres fascinantes, ao mesmo tempo que acompanha a história da capital angolana no século XVII, e nos permite viajar até uma época pouco conhecida da cidade de Luanda. Quem gosta de história não deve deixar de ler!





«Isabel Valadão nasceu na pequena vila de Paço de Arcos (Oeiras), mas foi para Angola em 1951, com seis anos de idade, tendo aí vivido até 1975, pouco antes de aquela antiga colónia portuguesa se tornar independente. Acompanhando os pais no seu périplo angolano, passou por diversas regiões, desde o Lobito a Malange, até se fixar em Luanda, cidade onde viveu a adolescência, casou e onde nasceram as suas duas filhas. Durante alguns anos foi analista química dos Serviços de Geologia e Minas em Luanda e secretária da revista angolana Notícia. Regressou a Portugal em 1976, depois de uma breve passagem pela África do Sul, onde a sua família se refugiou, na sequência dos graves acontecimentos que antecederam a independência de Angola. Viveu em Macau, regressando definitivamente a Portugal em 1986. Cascais foi o local escolhido para se fixar e aí viveu durante mais de trinta anos. Licenciou-se, aos 49 anos, em História da Arte, na Faculdade de Letras da Universidade Clássica de Lisboa. Em privado, dedicou-se à investigação na área da Defesa e Conservação do Património, paralelamente à conservação e restauro de pintura. Vive actualmente na região saloia de Mafra, na companhia do marido, nove gatos e dois cães, uma doce Golden Retriever chamada Daisy e o Rudolph, um Samoyedo fantástico!»

Há 145 anos Eça de Queirós escrevia:


No dia em que Passos Coelho anuncia mais medidas de austeridade, dedico este vídeo a todos nós: Mário Viegas - "Os ais"


Mário Viegas (1948-1996). Um génio sem igual inovador para o seu tempo, que fazia tremer o regime cavaquista com um humor excelente e uma abordagem sociológica e politica nacional muito inovadora e realista.

Viva o Verão! Peste & Sida - Sol da Caparica



Era assim em 1991:
Aki vou eu para a costa , aki vo eu cheio de picaaa! , De Lisboa vo Fujirrr Vo Po Solll Da caparicaaaaa

Descapotável pela ponte o cabelo a voar
o calor abrasador e a pressa de chegar
óculos escuros da rayban e o cantante a partir
a cassete dos ramones para a gente curtir
Aqui vou eu
para a costa
aqui vou eu vou cheio de pica
de Lisboa vou fugir
vou pó sol da caparica
Abancados na esplanada mesmo à beira do mar...
cerveja na mesa para refrescar
ao longo da praia sob o sol de verão...
as miúdas da costa sao uma tentação
por isso vou
para a costa
por isso vou cheio de pica
viro costas a Lisboa
vou pó sol da caparica
e assim vamos gozando as ferias de verão...
tenho o sol da caparica mesmo aqui à mão
Aqui vou eu.uhhhhhhh
aqui vou eu..uhhhhhhhh
de Lisboa vou fugir...vou para o Sol da Caparica

"Sol da Caparica (na minha bicla)" - PESTE & SIDA



Em 2009 os Peste & Sida vão de bicla para o "Sol da Caparica".

Este é o videoclip para uma nova versão do clássico dos Peste & Sida, “Sol da Caparica”. A ideia surgiu no âmbito da Semana Europeia da Mobilidade de Almada e da inauguração do percurso ciclável ‘Bicla Tejo’, que passou a ligar o Cais Fluvial da Trafaria às praias urbanas da Costa da Caparica.

PORQUE ESTUDAR PORTUGUÊS?

PGL - Alunos/as e ex-alunos/as da Escola Oficial de Idiomas (EOI) de Vila Garcia de Arouça recolhem num vídeo a sua experiência na aprendizagem da língua portuguesa e encorajam para outras pessoas seguirem o mesmo caminho.




Em pouco mais de quatro minutos, as e os participantes nesta peça audiovisual contam qual foi o detonante para começarem a estudar a língua portuguesa, qual o seu vínculo prévio com o idioma ou a cultura portuguesa, e como está a ser a sua experiência.

JOGO PORTUGAL-ESPANHA


ARTE&FACTO propõe:


Este miércoles os invitamos a que vengan a ver el partido Portugal- España en arte&facto a las 20:45h.

Tendremos montaditos y una promoción en la carlsberg.
Como de la ultima vez si Portugal gana  no os invitaremos a un vaso de vino verde, sino a uno chupito de casalla.
¡Y que gane el mejor!


ARTE&FACTO

Calle Pie de la Cruz nº 8
Valencia

http://maps.google.com/maps/ms?msa=0&msid=102310657014411620964.000487a82145ceaea5b60&hl=es&ie=UTF8&ll=39.473212,-0.380668&spn=0.005781,0.019891&z=16

http://Centroculturalartefacto.blogspot.com

Mail: arte_facto@live.com
Tel. 96 113 36 58

Filmes portugueses no Cinema Jove - Filmoteca de Valência, Junho 2012

"Quando morremos" 20 minutos.
Hoje às 22.30. Sala Rialto
4ª, às 20h. Sala Rialto
 
"Assunto de família" 12.34 minutos.
Amanhã às 22.30 Sala Rialto
 
 
"O sapateiro"(Não tem diálogos) 12 minutos.
4ª às 22.30 Sala Rialto
6ª 18.00. Sala Rialto
 

Recensão da obra "Materia de Brasil" por Victor Oroval. (turma de NA1, ano 2012)


Elías Serra: Materia de Brasil. La era de Lula vista y vivida por un español curioso y un poco impertinente.
         Alzira, Algar, 2012, 323 p.

Para eu aproximar o leitor a este livro, devo dizer que tem o feitio de um travelogue ou diário de viagem, para além de um uademecum ou manual para o leitor interessado no Brasil.
O autor (Albacete, 1945), professor de literatura, descreve e comenta, num castelhano florido com ecos da litera­tura espanhola do Século de Ouro, fa­cetas do Brasil do presidente Lula (2003-2010). Neste período, o autor trabalhou como agregado cultural da embaixada da Espanha no Brasil, país onde ainda mora.
O livro organiza-se em sete capítu­los descabeçados, cada um subdivi­dido em quatro leitmotive: Lula, Salva­dor (de Bahia, a cidade fulcral laboral do autor), Geografias e Fábulas domésticas. O capítulo oitavo é uma coda, seguido de uma bibliografia e um glossário cultural.
Ainda que baseado no nordeste brasileiro, o autor percorre quase todo o país e introduz-nos na história, cultura e música, incluindo con­ceitos básicos para compreender o Brasil popular, tão afastado do país oficial, p.e. povão, caboclo, caipira, capoeira, fazenda, sertão, favela, garimpeiro, seringueiro, camelô, catador de lixo, grileiro, doleiro, bi­cheiro, flanelinha, torcida, cachaça, perereca (modelo de manipulação idiossincrásica do poder via uma perversa reductio ad ridiculum)…
A 'impertinência' do autor é de facto uma apresentação verídica que parte do 'Pare, escute e olhe' (p.9) das passagens de nível sem bar­reira dos caminhos-de-ferro portugueses, um contínuo 'dizer a realida­de' (Ll.V. Aracil) do Brasil acima de lugares comuns e miragens, com ênfase em personagens preocupadas com o Brasil presente e o seu futuro sustentável mais do que com demagógicos desenvolvimentos milagreiros do jeito das bolhas do lobby parlamentar, tão conhecidas do 'primeiro mundo' (cf. p.135). Entre estas personagens destacam os emblemáticos Chico Mendes -assasinado- e Marina Silva.
Os comentários alternam-se com lembranças-postais da Espanha da pós-guerra civil, principalmente a do cenário natal manchego do autor, com alusões a outras partes do seu percurso profissional penin­sular, p.e. ''Você vai ao coração da África e vê que as suas danças são as mesmas que as de Algemesí, paus e ameaças de mais sem chegar a bater" (p.220, minha tradução),  ''Fortaleza, o paradisíaco litoral (…) a cidade com um calçadão marítimo em frente de um paredão de pré­dios altíssimos, todos veraneantes, que nada têm que invejar a Cullera, por exemplo"  (p.244, minha tradução). 
Às vezes as descrições lembram o leitor dos peculiares noticiários brasileiros populistas (p.e. do Fala Brasil da TV Record), cheios de histórias criminosas distraidoras e inibidoras de uma visão social crítica para uma ação coerente e justa.
O autor observa na sociedade brasileira o seu jeitinho optimista (quase cósmico leibniziano), ultra-religioso, sentimental e lacrimófilo, num Brasil que ele adora e, por isso, também comenta criticamente no desejo férvido que o 'país emergente' também emerja na educação, nos serviços públicos e sociais, etc.
Fica todo o variado conteúdo do livro por conhecer. Agora, vá o leitor mas é ler e, se estiver muito impaciente e interessado, comece com os subcapítulos Lula: La Perereca, sobre o microcosmo sociopolí­tico brasileiro, e Salvador: Cervantes, de cara a la pared sobre a ação cultural da Espanha naquele microcosmo. Você não vai se arrepender!

A língua portuguesa no mundo





  Língua materna

  Língua oficial e administrativa

  Língua cultural ou secundária

  Minorias falantes do português

  Crioulo de base portuguesa

Filme português na filmoteca IVAC

Quinta-feira 8 de junho

18:00h
MISTÉRIOS DE LISBOA
(MISTÉRIOS DE LISBOA)
Raúl Ruiz. França, Portugal.
2010. V. O. legendado


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Tel. 963 539 300 (oficines) · E-mail: ivac_extension@gva.es